Percurso pela Manifesta

Um percurso parcial pelas actividades da MANIFesta de Montalegre com momentos de debate, de encontro, de música, de contacto com a paisagem e as gentes do Barroso. outras propostas de percurso estarão disponíveis brevemente. Os participantes que tenham registado momentos e situações peculiares da Manifesta podem sempre enviar registos e tentaremos de os divulgar neste espaço de partilha (enviar para carlosvalribeiro@sapo.pt)….

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Participação activa nos debates

Do lado dos participantes nas sessões de debate registou-se uma participação activa com abordagens diversificadas aos temas em análise. Na reflexão sobre a construção dos novos caminhos surgiram também exigências de um maior sentido prático e de uma acção mais coerente com a gravidade da situação do país.

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Paula Gil reivindica direitos activos

Paula Gil do Movimento 12 de Março M12M apresentou o histórico do processo Geração à Rasca e o seu olhar sobre os direitos que assistem aos cidadãos no plano político e profissional.

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Novos caminhos para o futuro

Na derradeira jornada da MANIFesta, dia 10 de Julho pela manhã, com a condução sempre muito profissional e cúmplice da jornalista Fernanda Freitas realizou-se o debate sobre a “Construção de novos caminhos para o futuro”. Américo Mendes da Universidade Católica, Manuel Sarmento do Movimento Democracia Participativa, Paula Gil do M12M e Rogério Roque Amaro da ANIMAR animaram o debate com posições convergentes na necessidade de uma alternativa global ao sistema vigente.

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MANIFesta e convívios

A MANIFesta de Montalegre proporcionou um contacto enriquecedor com uma paisagem e um quadro natural de grande qualidade. Outra vertente do evento foi a interacção com as populações e entre os próprios agentes do Desenvolvimento Local.

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Vitorino cantou Zeca

Vitorino trouxe a poesia do Zeca à MANIFesta e isso foi bom. Um concerto a fechar a programação cultural e a fornecer o contributo luso à marca desta MANIFesta de Montalegre. A lusofonia será o espaço privilegiado do nosso reencontro identitário. Não percamos mais tempo emocional com as agência de rating e abracemos os oceanos da fraternidade e cooperação dos povos da língua de Camões.

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Alessandra Leão – um apelo à fraternidade lusófona

Na canção dos deuses com origem africana celebrados por música e vozes de vários países da lusofonia viveu-se um pouco de magia no auditório de Montalegre. Alessandra Leão uma voz e um sentido militante que não esqueceremos.

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